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	<title>ClinicaPsi</title>
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	<description>Psicologia Clínica</description>
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		<title>Síndrome do Pânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 19:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Therapy]]></category>
		<category><![CDATA[pânico]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome]]></category>
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					<description><![CDATA[Síndrome do Pânico A Síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente. Quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Síndrome do Pânico</p>
<p>A Síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente.</p>
<p>Quem sofre do Transtorno de Pânico sofre crises de medo agudo de modo recorrente e inesperado. Além disso as crises são seguidas de preocupação persistente com a possibilidade de ter novos ataques, seja dificultando a rotina do dia a dia, seja por medo de perder o controle, enlouquecer ou ter um ataquemos coração.</p>
<p>As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas:</p>
<ul>
<li>Sensação de perigo iminente</li>
<li>Medo de perder o controle</li>
<li>Medo de morte ou uma tragédia</li>
<li>Sentimentos de indiferença</li>
<li>Sensação de estar fora da realidade</li>
</ul>
<p>Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto Palpitação, ritmo cardíaco acelerado, taquicardia Sudorese Tremores Dificuldade para respirar, sufocamento ou falta de ar Calafrios Ondas de calor Náuseas Dores abdominais Dores no peito e desconforto Dor de cabeça Tontura Desmaio Sensação de estar com a garganta fechando.</p>
<p>O principal objetivo do tratamento da crise do pânico é reduzir o número das crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento é por meio de psicoterapia e medicamentos. Ambos tem se mostrado bastante eficientes.</p>
<p>A psicoterapia é geralmente a primeira opção para o tratamento. Existem diversas formas de terapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse tratamento a chamada de Terapia Cognitivo Comportamental ( TCC) Ela poderá ajudar o paciente a entender os ataques do pânico, a como lidar com eles no momento em que acontecerem e como ter uma vida cotidiana normal sem medo de ter um novo ataque.</p>
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		<title>Transtorno do Estresse Pós Traumático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 22:05:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Therapy]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[TEPT]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
		<category><![CDATA[traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[O transtorno do estresse pós traumático (TEPT) é um transtorno de ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Independente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>O transtorno do estresse pós traumático (TEPT) é um transtorno de ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros.</p>
<p>Independente da idade, crianças e adultos após passar por uma situação de perigo, medo ou sensação de morte pode adquirir esse transtorno.</p>
<p>Quando se recorda do fato, ele revive o episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento que o agente estressor provocou.</p>
<p>Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>Reviver a situação traumática, ansiedade, pesadelos, tremor, medo, insônia, sentimento de culpa e incapacidade, perda de interesse ou prazer por atividades, raiva, sofrimento, solidão, desconfiança, alucinação, perda de consciência, dor de cabeça e sensação de sufocamento.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>No caso da criança primeiramente ela deve ser acolhida pelos pais, para que se sinta segura. O tratamento terapêutico individual ou familiar é também essencial neste momento, e em alguns casos a medicação  será necessária.</p>
<p>A avaliação Psicológica e Psiquiátrica são fundamentais para definir o tipo de tratamento a ser seguido.</p>
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		<title>Enurese Noturna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 13:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Research]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[noturna]]></category>
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					<description><![CDATA[Enurese é a micção involuntária que pode ser causada por fatores genéticos, psicológicos, atraso no desenvolvimento (mecanismo fisiológico responsável pela micção), anormalidades na produção noturna, ou no trato urinário e dificuldades para desperta e ir ao banheiro. Segundo DSM –IV a idade cronológica respeitada é de no máximo 5 anos, após isso os pais deverão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Enurese é a micção involuntária que pode ser causada por fatores genéticos, psicológicos, atraso no desenvolvimento (mecanismo fisiológico responsável pela micção), anormalidades na produção noturna, ou no trato urinário e dificuldades para desperta e ir ao banheiro.</p>
<p>Segundo DSM –IV a idade cronológica respeitada é de no máximo 5 anos, após isso os pais deverão procurar orientação de um pediatra ou psicólogo.</p>
<p>O escape noturno pode ser diagnosticado com relação ao emocional se a criança já adquiria o controle noturno no prazo de seis meses, e perdeu o controle. Isso pode acontecer se a criança estiver passando por situações de estresse em casa, como a separação dos pais ou nascimento de um irmão.  Em alguns casos, o problema está relacionado ao Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDHA). Mas para apontar uma causa psicológica  primeiro devemos  afastar eventuais patologias físicas.</p>
<p>Relacionando ao emocional a criança poderá ficar envergonhada, retraída ou com medo de falar que faz xixi na cama, evitando desta forma dormir na casa de amigos e parentes, comprometendo a socialização e a autoestima da criança. È importante ganhar a confiança dos pais para motivá-la ao tratamento e superar a disfunção. Em casos emocionais a ajuda de um psicólogo é bem vinda.</p>
<p>Existem terapias específicas que variam desde a administração da desmopressina – um medicamento análogo ao hormônio antidiurético – até o tratamento psicológico e fisioterápico. Também ajuda bastante estimular a criança a beber água durante o dia, reduzindo a ingestão à noite, depois do jantar, e incentiva  la a fazer xixi antes de dormir.</p>
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		<title>Autismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 17:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Research]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
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					<description><![CDATA[É um transtorno global do desenvolvimento, caracterizado por  alteração, manifestado antes da idade de 3 anos. Apresenta uma perturbação característica do funcionamento de cada um dos 3 domínios seguintes: interação social, comunicação e comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno de acompanha comumente de numerosas outras manifestações específicas, como:  perturbações do sono ou da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><div>É um transtorno global do desenvolvimento, caracterizado por  alteração, manifestado antes da idade de 3 anos. Apresenta uma perturbação característica do funcionamento de cada um dos 3 domínios seguintes: interação social, comunicação e comportamento focalizado e repetitivo.</div>
<div></div>
<div>Além disso, o transtorno de acompanha comumente de numerosas outras manifestações específicas, como:  perturbações do sono ou da alimentação, crises de birra, agressividade ou alto-agressividade.</div>
<div></div>
<div>Os pais costumam notar sinais nos dois primeiros anos de vida da criança. Os sinais geralmente desenvolvem-se gradualmente, mas algumas crianças com autismo alcançam um grande desenvolvimento e um ritmo normal, mas depois regridem.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-10934" src="http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo-300x300.jpg" alt="autismo" width="614" height="614" srcset="http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo-300x300.jpg 300w, http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo-150x150.jpg 150w, http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo-65x65.jpg 65w, http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo-580x580.jpg 580w, http://clinicapsi.com.br/wp-content/uploads/2016/09/autismo.jpg 720w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>É importante uma avaliação com psiquiatra ou neurologista infantil para um diagnóstico mais preciso.</div>
<div></div>
<div>O tratamento é feito com uma equipe multidisciplinar que compõe: fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, psicólogo, neurologista, psiquiatra e pediatra.</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Depressão Infantil</title>
		<link>http://clinicapsi.com.br/depressao-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 16:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Therapy]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Depressão é uma doença grave, que se não for tratada adequadamente, interfere no dia a dia das pessoas e compromete a qualidade de vida. Nos adultos, é mais fácil de ser diagnosticada. Eles se queixam e, mesmo que não o façam, suas atitudes revelam que não se sentem bem e a família percebe que algo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Depressão é uma doença grave, que se não for tratada adequadamente, interfere no dia a dia das pessoas e compromete a qualidade de vida.</p>
<p>Nos adultos, é mais fácil de ser diagnosticada. Eles se queixam e, mesmo que não o façam, suas atitudes revelam que não se sentem bem e a família percebe que algo de errado está acontecendo.</p>
<p>Com as crianças, é diferente, elas aceitam a depressão como fato natural, próprio de seu jeito de ser. Embora estejam sofrendo, não sabem que aqueles sintomas são resultados de uma doença e que podem ser aliviados. Calam-se, retraem-se e os pais, de modo geral, custam a dar conta de que o filho precisa de ajuda, pensam ser uma situação passageira, sem importância, que infelizmente se não for logo diagnosticada só se agrava.</p>
<p><strong>Estes são os principais Sintomas de Depressão em qualquer fase da infância:</strong></p>
<ul>
<li style="padding-left: 30px;">Mudança de humor significativa (irritado ou depressivo)</li>
<li style="padding-left: 30px;">Perda do interesse ou prazer por brincar</li>
<li style="padding-left: 30px;">Aumento ou redução da energia</li>
<li style="padding-left: 30px;">Aumento da sensibilidade (irritação ou choro fácil)</li>
<li style="padding-left: 30px;">Condutas agressivas e antissociais</li>
<li style="padding-left: 30px;">Problemas de socialização</li>
<li style="padding-left: 30px;">Sentimento de rejeição</li>
<li style="padding-left: 30px;">Ansiedade</li>
<li style="padding-left: 30px;">Atrasos no desenvolvimento psicomotor e na fala</li>
<li style="padding-left: 30px;">Negativismo e Pessimismo</li>
<li style="padding-left: 30px;">Auto depreciação</li>
<li style="padding-left: 30px;">Queda no rendimento escolar (diminuição da atenção, memória, raciocínio ou lentidão psicomotora)</li>
<li style="padding-left: 30px;">Cansaço, fadiga.</li>
<li style="padding-left: 30px;">Enurese e encoprese (urina ou defeca na cama)</li>
<li style="padding-left: 30px;">Perda ou aumento de apetite e consequentemente peso</li>
<li style="padding-left: 30px;">Distúrbios do sono</li>
<li style="padding-left: 30px;">Dores e sintomas físicos sem causa determinada: cefaleias, lombalgia, dor nas pernas, náuseas, vômitos, cólicas intestinais, vista escura, tonturas.</li>
</ul>
<p>A criança depressiva não precisa apresentar todos os sintomas listados acima, mas deve satisfazer pelo menos 5 ou mais dos sintomas durante cerca de 2 semanas consecutivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como tratar uma criança com depressão?</strong></p>
<p>A percepção dos pais em relação aos sintomas  da depressão no inicio da doença favorece o tratamento, pois possibilita melhor o diagnóstico e impede que a doença se agrave, ou tome outra proporção.</p>
<p>Os profissionais que devem ser procurados inicialmente para obter o melhor diagnostico é o Pediatra, Psiquiatra infantil e o Psicólogo.</p>
<p>Após o diagnóstico se iniciam as sessões de psicoterapia com a criança, o terapeuta fará sessões de orientação a família, em alguns casos mais graves a criança deverá ser medicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como lidar com uma criança com depressão</strong></p>
<p>Conviver com uma criança com depressão não é fácil, porém os pais, familiares e professores devem ajudar a criança a ultrapassar a doença para que esta se sinta apoiada e que não está sozinha. Assim, deve-se:</p>
<ul>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Respeitar os sentimentos da criança</strong>, mostrando que os compreendem;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Incentivar a criança a desenvolver atividade</strong>s que gosta sem causar pressão;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Elogiar a criança constantemente de todos os pequenos </strong>atos e não corrigir a criança perante outras crianças;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Dar muita atenção à criança, </strong>afirmando que a estão ali para a ajudar;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Levar a criança para brincar </strong>com outras crianças para aumentar a interação;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Não deixar a criança brincar sozinha</strong>, nem ficar no quarto sozinha vendo televisão ou jogando vídeo games;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Incentivar a criança a comer </strong>de 3 em 3 horas para se manter nutrida;</li>
<li style="padding-left: 30px;"><strong>Manter o quarto confortável </strong>para ajudar a criança a adormecer e dormir bem.</li>
</ul>
<p>Estas estratégias vão ajudar a criança a ganhar confiança, evitando o isolamento e melhorando a sua autoestima e todos devem contribuir para que a criança consiga curar a depressão.</p>
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		<item>
		<title>Ansiedade Infantil</title>
		<link>http://clinicapsi.com.br/ansiedade-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 14:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Therapy]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ansiedade é um estado de humor desconfortável ou tensão negativa derivado de antecipação de perigo ou algo desconhecido. Uma forma de estresse que pode ser apresentada fisicamente ou emocionalmente. A Ansiedade infantil pode manifestar se desde os primeiros anos de vida de acordo com as situações do dia a dia. A criança já pode...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>A Ansiedade é um estado de humor desconfortável ou tensão negativa derivado de antecipação de perigo ou algo desconhecido. Uma forma de estresse que pode ser apresentada fisicamente ou emocionalmente.</p>
<p>A Ansiedade infantil pode manifestar se desde os primeiros anos de vida de acordo com as situações do dia a dia. A criança já pode nascer com tendência a ser ansiosa por causas genéticas, bioquímicas cerebrais, ou por fatores estressantes durante a gravidez da sua mãe.</p>
<p><strong>O que pode causar a ansiedade:</strong></p>
<p>&#8211; Fatores dominantes: insegurança, separação dos pais, situação nova/desconhecida, início em uma nova escola, nascimento de um irmãozinho, perda de um ente querido (luto), espera de uma viagem;</p>
<p>&#8211; Fatores comuns: espera de uma festa de aniversário, passeios, amizades, decepções, situações comuns diárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas da Ansiedade:</strong></p>
<ul>
<li>Frio na barriga/ Palpitação</li>
<li>Vômitos</li>
<li>Irritabilidade / Agressividade</li>
<li>Dificuldade de atenção e concentração</li>
<li>Problemas relacionados ao sono</li>
<li>Choro excessivo</li>
<li>Problemas na fala/ gagueira</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como tratar a Ansiedade:</strong></p>
<p>Assim que identificada a ansiedade, os pais devem procurar a ajuda de um especialista, no caso, psicólogos. A criança deve frequentar consultas, onde o psicólogo poderá fazer tratamentos e exercícios para amenizar a ansiedade na criança.</p>
<p>Alguns fitoterápicos também são recomendados para a ansiedade infantil, como os Florais de Bach. Em alguns casos, a homeopatia pode também controlar a amenizar os sintomas da ansiedade infantil.</p>
<p>Os pais e educadores precisam sempre estar atentos ao comportamento da criança. O que muitas vezes pode parecer “birra da criança” é indicio de que algo está errado, e deve ser tratado o quanto antes a fim de garantir a qualidade de vida do pequeno indivíduo.</p>
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		<title>Agressão Verbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 22:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Research]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[verbal]]></category>
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					<description><![CDATA[Repressões, xingamentos, gritos, insultos, ameaças, ridicularizações, humilhações e críticas podem ser tão prejudiciais quanto uma agressão física ou abuso sexual a criança. Estudos comprovam que quando a criança sofre graves e constantes agressões verbais, ela adquire  um transtorno de estresse  pós traumático, crises de pânico, ansiedade, depressão, inferiorização e outros traumas. A  agressão verbal geralmente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p>Repressões, xingamentos, gritos, insultos, ameaças, ridicularizações, humilhações e críticas podem ser tão prejudiciais quanto uma agressão física ou abuso sexual a criança.</p>
<p>Estudos comprovam que quando a criança sofre graves e constantes agressões verbais, ela adquire  um transtorno de estresse  pós traumático, crises de pânico, ansiedade, depressão, inferiorização e outros traumas.</p>
<p>A  agressão verbal geralmente é feita de uma maneira mais duradoura pois as pessoas não dão muita importância e o agressor continua a fazer por diversas vezes, por não deixar marcas físicas (hematomas) e  podem ser repetidas em qualquer lugar e momento.  Por isso, essa situação se repete e o agressor perde o controle e a noção de todo trauma emocional causado.</p>
<p>Muitas vezes a criança não   sabe se defender  , pois quando é física ela chora/grita , e a verbal ela se retrai deixando o agressor livre a continuar.</p>
<p>Em outros casos a criança não consegue ser amparada por outras pessoas, que não enxergam fisicamente a agressão, não sabendo o que se passou  no seu  dia a dia (ex, mãe, pai,  baba,  professor, amigos e  parentes próximos)</p>
<p>Fique atento a mudanças de comportamento de seu filho, e em caso de dúvidas procure um profissional especializado.</p>
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			</item>
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		<title>Depressão Pós-Parto</title>
		<link>http://clinicapsi.com.br/depressao-pos-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Delmonico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 17:18:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Therapy]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[pós-parto]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão pós-parto geralmente ocorre logo após o parto, mas pode ser diagnosticada até dois anos após o nascimento do bebê. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que desaparecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido as alterações hormonais decorrentes do término da gravidez. No entanto algumas mães experimentam esses sintomas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"></style><p class="font_8">A depressão pós-parto geralmente ocorre logo após o parto, mas pode ser diagnosticada até dois anos após o nascimento do bebê.</p>
<p class="font_8">Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que desaparecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido as alterações hormonais decorrentes do término da gravidez. No entanto algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto.</p>
<p class="font_8">Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza, e sim um distúrbio de humor, podendo ser hormonal ou emocional.</p>
<p class="font_8"><strong>Fatores de risco para depressão pós-parto:</strong></p>
<ul>
<li class="font_8">Histórico de depressão;</li>
<li class="font_8">Falta de apoio da família e amigos;</li>
<li class="font_8">Estresse, como um recém-nascido doente, problemas financeiros ou problemas familiares;</li>
<li class="font_8">Limitações físicas antes ou após o parto;</li>
<li class="font_8">Violência doméstica;</li>
<li class="font_8">História de desordem disfórica menstrual – TPM.</li>
</ul>
<p class="font_8"><strong>Sintomas:</strong></p>
<ul>
<li class="font_8">Sentimento de tristeza ou desespero constante;</li>
<li class="font_8">Perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias;</li>
<li class="font_8">Sentimento de morte e suicídio;</li>
<li class="font_8">Vontade súbita e assustadora de prejudicar seu bebê;</li>
<li class="font_8">Rejeição pelo bebê incapacitando nos cuidados maternos;</li>
<li class="font_8">Perda ou ganho de peso, cansaço, falta de energia.</li>
<li class="font_8">Inquietação;</li>
<li class="font_8">Ansiedade e sentimento de culpa.</li>
</ul>
<p class="font_8"><strong>Buscando orientação de um profissional:</strong></p>
<p class="font_8">Se a mulher tiver pelo menos cinco dos sintomas por duas semanas ou mais, e um dos sintomas for tristeza ou perda de interesse, ela precisa de um tratamento.</p>
<p class="font_8">Procure um profissional.</p>
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